Prazo judicial em andamento

Sua empresa foi processada na Justiça do Trabalho no Mato Grosso?

Defesa técnica especializada para empresas de Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum. Atuação presencial nas Varas da região com estratégia para reduzir ou eliminar condenações.

8.000+Processos/ano na região
89 mil+Empresas ativas no polo
4Cidades atendidas

Atuação presencial no Polo Norte do Mato Grosso

Minha atuação é 100% voltada para a defesa de empresas. Sou advogado de empresas, entendo a pressão e o problema de receber um processo trabalhista.

Sinop Sorriso Lucas do Rio Verde Nova Mutum

Sou empresário e advogado, defendo somente empresas

Especialista em Direito Tributário e Trabalhista Empresarial

Audiências presenciais em todas as Varas da região

Atenção

Cada dia sem uma defesa especializada é um dia mais perto da condenação

Advogado errado te custa mais que o processo

Defesa genérica, sem análise de risco, sem estratégia de acordo. O resultado? Condenação máxima, sem negociação, sem redução. A diferença entre uma defesa especializada e uma defesa genérica pode ser de R$20, R$30, R$50 mil. O barato sai caro.

Sua conta pode ser bloqueada amanhã

A Justiça do Trabalho bloqueia o dinheiro direto na conta da empresa, sem aviso prévio. E se não tiver saldo suficiente, o bloqueio vai pra conta pessoal dos sócios. Carro, imóvel, investimento, tudo entra na mira.

Um ex-funcionário ganhou. Os outros estão só esperando.

Quando um funcionário ganha uma ação, os outros ficam sabendo. O ex-colega que saiu quieto agora pensa "se ele conseguiu, eu também consigo." O que ainda trabalha com você começa a guardar provas. Uma única defesa mal feita pode abrir uma fila de processos contra sua empresa.

Orientação gratuita

Assista antes de contratar qualquer advogado

Os 5 erros que empresários cometem ao receber uma ação trabalhista — e que aumentam a condenação.

A realidade da região

Atuação nas Varas mais movimentadas do estado

O Polo Norte do Mato Grosso concentra um volume processual que exige defesa especializada.

8.000+
Novos processos trabalhistas por ano no polo — Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum somam 7 Varas do Trabalho e a maior concentração processual do estado
89.590
Empresas ativas na região — e cada uma delas pode receber uma ação trabalhista a qualquer momento
32/dia
A cada dia útil, 32 novas ações trabalhistas são protocoladas nas Varas da região. São mais de 160 empresas processadas por semana. Enquanto você lê isso, mais uma empresa está sendo processada
O que faço

Defesa completa para a sua empresa

Da citação ao encerramento do processo. Estratégia técnica em todas as fases.

🛡️

Sua empresa merece alguém que saiba brigar por ela

Cada real que você deixa de pagar numa condenação injusta é um real que fica no seu caixa. Minha defesa é construída pra reduzir o máximo possível, ou eliminar, o valor da condenação. Você cuida da empresa, eu cuido do processo.

🔍

Saiba o tamanho real do problema antes de agir

Nem todo processo é uma sentença de morte. Muitos pedidos são inflados, mal calculados ou sem fundamento. Eu separo o que é risco real do que é blefe e te dou um mapa claro do que fazer. Faça essa análise antes de contratar sem compromisso financeiro.

🤝

Acordo bom é o que protege seu bolso, não o que encerra rápido

Nem todo acordo vale a pena. E nem toda briga vale o desgaste. Eu calculo o cenário completo, quanto custa brigar vs. quanto custa fechar um acordo e negocio o melhor resultado possível pro seu caixa. Você fecha com segurança, não com medo.

🔒

Resolvemos o processo de hoje. Prevenimos o de amanhã.

Depois de resolver a ação, eu identifico o que está errado na sua empresa e te mostro como corrigir. O objetivo? Fechar a porta pra que outros funcionários não entrem com a mesma ação. Resolver o problema na raiz e fazer você economizar.

Pedro Dorado — Advogado Especialista em Defesa Trabalhista Empresarial
Por que eu

Especialista em defender empresas — não generalista

Sou advogado e empresário. Sei o que você sente ao receber uma citação porque vivo a mesma realidade. Minha atuação é 100% focada na defesa de empresas no Polo Norte do Mato Grosso — com presença física, conhecimento da região e uma única missão: proteger o que você construiu.

Pedro Dorado

OAB/MT 32.419

Estou do lado do empresário

Defendo exclusivamente empresas. Não atendo funcionários. Meu lado é o do empresário — sem conflito de interesses, sem meio-termo.

Visão empresarial completa

Pós-graduação em Direito Tributário, especialista em trabalhista empresarial. Entendo de fato a realidade que você vive — não só a técnica de um processo. Uma boa defesa envolve todo o contexto e uma visão de mitigação de risco.

Seu especialista dentro da região

Você não precisa se deslocar nem contratar escritório de outro estado. Tem um advogado especializado em defender empresas aqui dentro do polo, que conhece o terreno e resolve o seu problema de perto.

Dúvidas frequentes

O que empresários perguntam ao receber uma ação

Cada caso tem um valor específico porque cada processo é diferente. O que eu posso garantir antes de qualquer compromisso é que você vai saber exatamente quanto custa e o que está incluído. Me mande sua citação pelo WhatsApp e eu te dou uma análise inicial gratuita com os valores.
Sim. Atuo em todo o Polo Norte do Mato Grosso — Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e cidades da região. Acompanho audiências presencialmente em todas as Varas do Trabalho da área.
Ameaça não é processo, mas é um sinal de alerta. O melhor que você pode fazer agora é organizar toda a documentação: contratos, registros de ponto, recibos, advertências. Me chame no WhatsApp e eu te oriento sobre como se preparar antes que o processo chegue.
Depende da complexidade e do volume de ações que está sobre a responsabilidade do Juiz, mas a maioria leva de 6 meses a 2 anos. O que define se esse tempo vai te custar pouco ou muito é a qualidade da defesa desde o primeiro dia.
Depende do contexto e provas. Tem caso em que o acordo economiza milhares de reais. Tem caso em que brigar vale muito mais a pena, não oriento pagar acordo se você está 100% certo. Eu calculo os dois cenários e te mostro com clareza qual caminho protege melhor o seu caixa. Nenhuma decisão no escuro.
O melhor processo é o que nunca acontece. Depois de resolver sua ação atual, eu faço um diagnóstico das práticas trabalhistas da sua empresa e te mostro onde estão os riscos. Corrigir antes custa uma fração do que custa perder um processo.
Não espere

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Recebi um processo trabalhista — o que fazer nas primeiras 48 horas

O dia estava indo bem até o carteiro ou o oficial de justiça entregar aquele envelope. Você abre e vê o nome de um ex-funcionário pedindo uma quantia que, muitas vezes, não faz o menor sentido. É normal bater uma mistura de raiva, injustiça e preocupação. Mas respire fundo porque o jogo só está começando.

As primeiras 48 horas depois que sua empresa recebe a notificação são cruciais. A primeira regra de ouro é: não entre em contato com o ex-funcionário. É muito comum o empresário querer ligar para tirar satisfação ou tentar resolver "na conversa", mas tudo o que você disser agora pode ser usado contra a sua empresa no processo. Cortar o contato direto é a atitude mais segura.

O próximo passo é agir internamente. Chame seu RH ou a pessoa que cuida do departamento pessoal e comece a reunir todas as provas possíveis. O funcionário está pedindo horas extras? Separe imediatamente os cartões de ponto de todo o período que ele trabalhou. Ele alega que não tirou férias? Busque os recibos assinados. Não se esqueça de salvar conversas de WhatsApp, e-mails e qualquer registro que mostre a verdade sobre a rotina dele.

Por fim, não deixe a notificação esquecida na gaveta. O prazo judicial já está correndo e perder esse prazo significa que o juiz vai aceitar tudo o que o funcionário disse como verdade absoluta (o que chamamos de revelia). Procure rapidamente um advogado especialista em defender empresas. Não busque alternativas genéricas ou profissionais que não são da área, procure alguém que entenda de estratégia empresarial. O sucesso da sua defesa depende de como você se movimenta nessas primeiras horas.

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Quanto custa perder um processo trabalhista no Mato Grosso?

Quando o empresário lê o valor da causa na primeira página de um processo, ele costuma focar apenas naquele número. Digamos que o pedido seja de R$ 50 mil. O grande problema é que um processo trabalhista funciona como um iceberg, o que você vê por cima da água é apenas uma parte do custo real.

Se a sua empresa perder a ação, a conta vai muito além do valor que vai para o bolso do ex-funcionário. Você terá que pagar as custas do processo para o Estado. Se houve um pedido de insalubridade ou periculosidade e o juiz chamou um perito (um engenheiro, técnico ou médico do trabalho) para avaliar a sua empresa ou funcionário, os honorários desse profissional também saem do seu caixa.

E tem mais, a lei exige que o perdedor pague os honorários do advogado da parte vencedora. Ou seja, você acaba pagando a condenação, as taxas do governo, o perito e ainda financia o advogado de quem te processou. Uma ação de R$ 50 mil pode facilmente se transformar em um rombo de R$ 70 mil a R$ 80 mil.

No Mato Grosso, onde a economia gira rápido e os salários no agronegócio, comércio e indústria são competitivos, as condenações acompanham esse ritmo. E o risco final é o mais amargo, se a empresa não tiver dinheiro em caixa para pagar, a Justiça manda bloquear as contas bancárias sem aviso prévio. Se a conta da empresa não for suficiente, o bloqueio avança para o seu CPF, atingindo seus investimentos, carros e imóveis. É por isso que investir em uma defesa estratégica logo de cara é, na verdade, a maior economia que você pode fazer.

Quer saber o risco real do seu processo?

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5 motivos pelos quais sua empresa pode ser processada sem você saber

Muitas empresas na nossa região cresceram baseadas na confiança e na informalidade. O problema é que o que parece um simples "jeitinho" ou um acordo de cavalheiros no dia a dia é, na verdade, uma bomba-relógio jurídica. Existem erros silenciosos acontecendo na sua empresa agora que podem virar um processo amanhã.

O primeiro deles é o famoso "PIX por fora". Pagar comissões, prêmios ou parte do salário por fora do holerite parece bom para não pagar imposto, mas quando o funcionário sai, ele entra na justiça pedindo reflexos disso no FGTS, férias e 13º. A conta sempre chega, e com juros.

O segundo erro comum mora no seu celular, o grupo de WhatsApp da empresa. Mandar mensagens cobrando metas, pedindo relatórios ou tirando dúvidas fora do horário de expediente do funcionário é um prato cheio para pedidos de horas extras e até de dano moral por "direito à desconexão".

O terceiro vilão é o banco de horas "de boca". Combinar que o funcionário folga na sexta se trabalhar a mais na terça não tem valor nenhum se não houver um acordo formal por escrito e um controle rigoroso de entrada e saída. Para o juiz, se não está no papel da forma certa, a hora extra deve ser paga em dinheiro.

Outro ponto cego é o acúmulo de função. Você contrata um vendedor, mas nos dias de pouco movimento pede para ele ajudar a descarregar o caminhão de mercadorias no estoque. Essa ajuda esporádica costuma virar um pedido de acúmulo de função na justiça.

Por último, a falta de cuidado com a assinatura no recebimento de EPIs (Equipamentos de Proteção). Entregar a bota e o protetor auricular não basta. Se não houver uma ficha assinada provando a data e a entrega, é como se a empresa nunca tivesse fornecido nada, abrindo caminho para o pagamento de adicional de insalubridade.

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Me chame no WhatsApp e eu te oriento sobre como blindar sua operação.

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Acordo trabalhista: quando vale a pena e quando é armadilha

Existe um ditado antigo que diz: "um mau acordo é melhor que uma boa briga". No mundo jurídico atual, seguir esse conselho às cegas pode ser o erro mais caro que a sua empresa vai cometer. O acordo trabalhista é uma ferramenta excelente, mas apenas quando usado com inteligência e matemática, não por medo.

Fazer um acordo vira uma armadilha quando você aceita pagar apenas para "se livrar do problema", mesmo sabendo que a empresa está 100% certa. Ao pagar quem não tem direito, você cria uma imagem de fraqueza. A equipe percebe que basta entrar com uma ação que a empresa "abre a carteira". Isso alimenta a indústria do processo e encoraja outros funcionários a fazerem o mesmo.

No entanto, o acordo se torna a melhor estratégia quando a avaliação do risco mostra furos na sua documentação. Se, ao analisar o caso, identificamos que os cartões de ponto daquele funcionário não foram assinados ou que uma comissão foi realmente paga por fora, o risco de uma condenação pesada é alto.

Nesses casos, a briga não vale a pena. A estratégia passa a ser sentar à mesa com a frieza de um negociador. Em vez de correr o risco de uma condenação de R$ 40 mil lá na frente, calculamos o cenário e propomos um acordo seguro de R$ 10 ou R$ 12 mil, muitas vezes parcelado. O segredo do acordo não é fugir da briga, mas proteger o caixa da empresa fechando a porta para um prejuízo maior e incontrolável. Nenhuma decisão deve ser tomada no escuro.

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Como evitar que outros funcionários processem após o primeiro processo

O corredor de uma empresa fala muito. Quando um ex-funcionário ganha uma ação trabalhista, a notícia se espalha mais rápido que fogo em palha seca. O colega que saiu quieto ou até o funcionário que ainda trabalha com você começa a fazer contas e pensar: "se ele conseguiu aquele dinheiro todo, eu também consigo". O primeiro processo costuma ser apenas a ponta do iceberg.

Para evitar que uma única ação vire uma fila de processos contra a sua empresa, a atitude mais importante é a postura. A forma como você conduz a primeira defesa dita o tom. Se a empresa se defende de forma firme, demonstrando que não vai ceder a pedidos absurdos e que está disposta a ir até as últimas consequências para provar a verdade, o incentivo para "aventuras jurídicas" diminui drasticamente.

Mas só a postura na justiça não basta, é preciso arrumar a casa. Use esse primeiro processo como um raio-x. Por que esse funcionário entrou na justiça? Foi por causa de horas extras mal anotadas? Foi por falta de recibos assinados? Identifique a raiz do problema e mude a regra dentro da empresa no mesmo dia.

Se o erro foi o cartão de ponto, passe a exigir o preenchimento correto de todos os funcionários a partir de amanhã. Se o problema foi falta de assinatura em recibos de EPI, crie uma rotina rígida com o encarregado. Você não pode mudar o passado do funcionário que já te processou, mas pode proteger a empresa para garantir que ninguém mais terá o mesmo argumento contra você no futuro. Resolver o problema na raiz é a única forma verdadeira de estancar a sangria financeira.

Já recebeu o primeiro processo e quer evitar os próximos?

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